Brasil, Uma grande pizzaria

16 16UTC Julho 16UTC 2009 at 7:45 (Uncategorized) (, , , , , , , , , , , , , , )

Vamos comemorar o recesso de nossos queridos e amados representantes no planalto. Afinal de contas depois de trabalhar tanto durante esses cinco meses, todo o esforço de controlar a crise, não a financeira, a do senado e seus desenrolares pois a cada semana deste ano uma surpresa, uma verdadeira caixinha de pandora o palácio do planalto.

Ontem antes de iniciar as tão sonhadas férias foi criada a CPI da Petrobrás, para a oposição um grande passo, para o governo um entrave em seus planos, circo armado exatamente para que a opinião pública e a imprensa diminua sua pressão sobre esse fato e mais uma vez a pizza será um dos patrimônios conquistados como uma das sete maravilhas da política moderna.

E poderia estar sendo hipócrita, no entanto, quem discursou homenageando seus queridos amigos do senado foi o senhor presidente da Republica Federativa do Brasil, Luis Inácio Lula da Silva, é ele mesmo o Lula e suas frases impensadas e infundadas. Ao ser perguntado por um repórter se achava que a CPI iria acabar com um gostinho de pizza de pré sal ele respondeu. “Todos eles são bons pizzaiolos”. Bom, quem achava que ele já havia dito tudo, espantou-se com mais essa pérola do mito Lula.

Até ontem ainda restava uma farpa de esperança em minhas mãos e pensamentos, mas como o povo, também estou estarrecido com tudo isso, no entanto não tiro minhas nádegas gordinhas da cadeira para protestar e nem pra fazer a limpeza naqueles que escolhemos para nos representar. Não quero um levante armado, mas brasileiros unidos que possam ao menos tentar reerguer o nome de nossa nação e enfim fazer o presidente dos Estados Unidos dizer: “Esse é o cara”, na forma de elogio e não como a cada dia fica evidente que foi apenas um sarro tirado por Barack Obama, ou o já mitológico Obama.

Peço licença poética para usar a frase da campanha de Obama para dizer ao povo brasileiro. “Yes, We Can”. Sim nós podemos.

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Especial Tribos Edição: O Independente mundo Punk

8 08UTC Julho 08UTC 2009 at 9:54 (Uncategorized)

Vida de um Casal Punk

Os que estão acostumados com as noticias sinistras de tribos não saciarei sua vontade por sangue alheio neste especial sobre o comportamento das tribos urbanas e sim demonstrarei a vocês o comportamento e a história de cada tribo através de personagens interessantes e a experiência de passar um dia com cada um deles. Boa leitura

O movimento Punk nasce em meados da década de 70, nos guetos dos Estados Unidos e Inglaterra para dar voz aos jovens que não possuíam espaço na sociedade. Nas suas raízes ideologias vindas do movimento hippie que começa a perder espaço e força na sociedade. Suas ideias e estilo correram o mundo através da música, tendo entre as mais conhecidas os Ramones e Sex Pistols, e até hoje é referencia no estilo. Mas o que faz desse mundo rico e surpreendente são as produções independentes que só quem está no meio conhece.

Tendo em sua filosofia pensamentos como liberdade de expressão, respeito, estilo fora dos padrões impostos pelos canais de comunicação em massa e tidos como corretos pela sociedade. “O visual é pra chocar mesmo. O pensamento é norte-americano e o visual é inglês”, explica Fox, casada com Woody e que pertence ao punk independente.

Uma tribo que está presente em todos os continentes do planeta e mesmo em pleno século XXI seu estilo ainda choque as pessoas. Para essa tribo urbana a ameaça não vem de fora e sim de dentro do próprio movimento deixou de ter um centro de referência e criou novas filosofias e ideologias ligadas ao interesse dos descontentes com o com o clã central formou ligas separatistas o que muitas vezes impossibilita o respeito e o diálogo de filhos que nasceram da mesma vértebra.

“O punk que se preze tem que ter cultura, ler, estudar, buscar todo o tipo de conhecimento, pois precisa saber contra quem?, com quem? e por que? Esta se revoltando, caso contrário não é punk de verdade”, desabafa Woody que cresceu no movimento.” Pregamos a liberdade em todos os sentidos e por isso ficamos preocupados quando alguns modistas entram em brigas prejudicando o lado positivo da nossa instituição”.

O casal tem um filho de dois anos de idade chamado Gregory. “A maioria das pessoas acha que só porque fugimos dos padrões da moda não temos família e nem sentimentos, pelo contrário, somos muitos unidos e amamos nosso filho, apesar de tudo somos normais”, comenta Fox sobre sua vida familiar. Pude observar que ao chegar em casa eles dividem as tarefas e diferente do que acontece em muitas casas, o marido não vai para o sofá e a mulher para o fogão e entregam a criança a televisão, os dois brincam com o filho, jantam, ouvem música e depois vão namorar. Nada mais que merecido depois de um dia tão atribulado e um repórter no pé.

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