Especial Tribos Edição: O Independente mundo Punk

Os que estão acostumados com as noticias sinistras de tribos não saciarei sua vontade por sangue alheio neste especial sobre o comportamento das tribos urbanas e sim demonstrarei a vocês o comportamento e a história de cada tribo através de personagens interessantes e a experiência de passar um dia com cada um deles. Boa leitura
O movimento Punk nasce em meados da década de 70, nos guetos dos Estados Unidos e Inglaterra para dar voz aos jovens que não possuíam espaço na sociedade. Nas suas raízes ideologias vindas do movimento hippie que começa a perder espaço e força na sociedade. Suas ideias e estilo correram o mundo através da música, tendo entre as mais conhecidas os Ramones e Sex Pistols, e até hoje é referencia no estilo. Mas o que faz desse mundo rico e surpreendente são as produções independentes que só quem está no meio conhece.
Tendo em sua filosofia pensamentos como liberdade de expressão, respeito, estilo fora dos padrões impostos pelos canais de comunicação em massa e tidos como corretos pela sociedade. “O visual é pra chocar mesmo. O pensamento é norte-americano e o visual é inglês”, explica Fox, casada com Woody e que pertence ao punk independente.
Uma tribo que está presente em todos os continentes do planeta e mesmo em pleno século XXI seu estilo ainda choque as pessoas. Para essa tribo urbana a ameaça não vem de fora e sim de dentro do próprio movimento deixou de ter um centro de referência e criou novas filosofias e ideologias ligadas ao interesse dos descontentes com o com o clã central formou ligas separatistas o que muitas vezes impossibilita o respeito e o diálogo de filhos que nasceram da mesma vértebra.
“O punk que se preze tem que ter cultura, ler, estudar, buscar todo o tipo de conhecimento, pois precisa saber contra quem?, com quem? e por que? Esta se revoltando, caso contrário não é punk de verdade”, desabafa Woody que cresceu no movimento.” Pregamos a liberdade em todos os sentidos e por isso ficamos preocupados quando alguns modistas entram em brigas prejudicando o lado positivo da nossa instituição”.
O casal tem um filho de dois anos de idade chamado Gregory. “A maioria das pessoas acha que só porque fugimos dos padrões da moda não temos família e nem sentimentos, pelo contrário, somos muitos unidos e amamos nosso filho, apesar de tudo somos normais”, comenta Fox sobre sua vida familiar. Pude observar que ao chegar em casa eles dividem as tarefas e diferente do que acontece em muitas casas, o marido não vai para o sofá e a mulher para o fogão e entregam a criança a televisão, os dois brincam com o filho, jantam, ouvem música e depois vão namorar. Nada mais que merecido depois de um dia tão atribulado e um repórter no pé.
Carol disse,
8 08UTC Julho 08UTC 2009 às 10:07
Olha o Brunão ai novamente! Show de bola essa matéria, tá de parabéns mesmo!
Carol disse,
8 08UTC Julho 08UTC 2009 às 16:04
Gostei muito… quero ler sobre as outras tribos também.. bj