Cadê as obras?
Festa da Gangue Cult!!!!!
Virou rotina.
Assaltar galerias e museus há muito tempo deixou de ser apenas roteiro de cinema e passou a fazer parte da realidade de diversos países, mais uma vez “ a vida imitando a arte”, no seu lado mais negro.
Meses atrás a vítima foi o MASP (Museu de Arte de São Paulo) depois foram encontrados. O susto foi grande e o prejuízo seria muito além do financeiro. A credibilidade da segurança perante produtos históricos ficaria mais comprometida. Este caso ocorreu de madrugada e não houve vítimas.
Ontem, a vítima foi a Estação Pinacoteca, localizada no centro de São Paulo, três seres que diferentemente dos outros, deveriam saber muito bem o que estavam querendo. A ousadia foi tanta que as criaturas nem esperam escurecer e executaram o magnífico plano a luz do sol. Se passando por visitantes, entraram renderam três funcionários, e com toda a cara de pau do mundo, levaram as obras em duas sacolas.
A segurança é precária em nossas galerias o que facilita e muito as ações das “gangues cults”, afinal de contas só levam obras que somadas possuem grande valor as quatro da Pinacoteca somam um valor estimado de 1 milhão de reais.
O mundo olhará para a segurança dos museus paulistas e nacionais, e cada vez mais as grandes exposições pensaram mais que duas vezes para expor suas obras, afinal, quem quer correr o risco de perder algo valioso e histórico.
Arte na Rua
Fascinante observar como o mundo democrático, em especial a arte em todas as suas formas. Boa de admirar, muitas nos leva a um mundo além de nossos corpos remetendo a sensações estranhas que jamais conseguiremos explicar essa formula.
Nos grandes centros urbanos é notável a presença de pessoas que vivem “fazendo arte”, o que toda criança adora fazer e os pais muitas vezes boicotam. Alguma vez você passeando pelo centro da sua cidade notou algo diferente? Alguém novo? Ou algo estranho? Se viu parabéns, deve ter sido: um pintor de quadros, uma estatua viva, um músico, entre outros. Caso não, preste atenção nos detalhes nos lugares que passa diariamente e irá notar algo além dos carros, prédios e uma multidão alvoroçada, correndo de um lado para o outro.
Complicado viver nas ruas das metrópoles. Trabalhar ao ar livre, sem horário, sem uma rotina fixa e até mesmo sem um ponto específico. Alguns permanecem apenas um dia no local e depois você nunca mais os vê, outros permanecem ali por anos, mas todos são nômades. Para eles o que vale mesmo é o prazer do trabalho e da liberdade proporcionada.
Quando estiver cansado da sua rotina, do seu dia, do seu modo de viver, olhe para o lado respire fundo, observe e respeite essas pessoas que vivem da arte nas ruas, pois tenha certeza elas embelezam as cidades, e se tiver um tempinho sobrando bata um papo com um deles, você vai surpreender-se.


