CRISE AFETA GRANDE VEÍCULO DE COMUNICAÇÃO

A crise financeira que teve inicio no meio do ano passado com a quebra de dois grandes bancos norte-americanos, devido à inadimplência no setor imobiliário que foi incentivado pelo então ex-presidente Bio Clinton em seu segundo mandato em 1996. Ele tomou tal atitude para impulsionar a economia, pressionou os bancos a facilitarem o crédito e um pouco depois de uma década vemos o transtorno que essa medida trouxe ao mundo inteiro.
Depois de vários setores nacionais serem atingidos como: comércio, indústria agora chegou aos meios de comunicação, o jornal DCI já fez algumas demissões em sua redação, e ontem (19/03), o jornal Diário de São Paulo, o terceiro maior jornal da capital paulista mostrou que as medidas adotadas até agora para diminuir gastos não surgiram efeito, pois foram demitidas seis pessoas das áeras administrativas. Segundo informações da rádio pião e que até o final do mês cada departamento perca um integrante;
Até o final do ano passado o jornal tinha uma dívida para quitar e assim poder concluir a fusão com o grupo Infoglobo Comunicação ltda. Empresa dona dos jornais O Globo, Extra, Expresso e que desde janeiro passou a controlar também o Diário.
No início do ano foi criada uma agenda chamada; Agenda positiva que visava economizar, energia, água, papel ou seja diminuir os gastos da empresa, e segundo a própria agenda isso seria para evitar tomada de medidas drásticas, pelo visto não deu certo.
A tensão tomou conta da empresa, segundo fontes internas todos se uniram para tentar diminuir o impacto da crise na empresa.
Foram cortados jornais distribuídos para o prédio inteiro, a revista Diário Dez perdeu páginas e a empresa como um todo luta contra a crise.
Caso Eloá pode se tornar um divisor de águas em vários aspectos.
Na semana passada o jovem Lindemberg invadiu a casa da ex- namorada, Eloá, ela estudava com os amigos, O jovem estava inconformado com o fim do namoro e o desprezo por parte da jovem em não atende-lo. A polícia chegou para negociar e na noite de segunda feira Lindemberg libertou os dois amigos, ficando na casa apenas sua ex- namorada e a amiga Nayara.
Na terça a noite, Nayara foi libertada após acordo firmado entre o seqüestrador e a polícia. Tudo parecia estar próximo do fim é que vem um balde de água fria, após 38 horas fora do cativeiro à menina Nayara desobedece à ordem da polícia que atendia a mais uma exigência do bandido, ela e o irmão de Eloá segunda a polícia deveriam ir até o primeiro lance de escadas para conversar com Lindemberg, no entanto, ela desobedeceu e logo em seguida foi vista novamente no cativeiro, o que colocou a polícia numa situação mais complicada ainda.
O seqüestrador vez várias exigências, pediu advogado, teve, pediu para um juiz ou promotor dar garantias que ele não iria sofrer lesões, teve. Tinha TV, todos os canais em algum momento falaram com este ser, e na sexta feria depois de mais de 100 horas, o bonitão se diz cansado e confuso, que não mais queria negociar, pede para que polícia invadir, isso é negado, e sinaliza que o fim estava próximo, pediu para que retirassem seus familiares de perto, pediu para o negociador ir embora, segundo o que foi divulgado ele disse algo como: “O que vou fazer agora pode magoar muita gente”, e assim o fez.
Segunda a polícia minutos depois desse depoimento um disparo foi ouvido e a reação da polícia não poderia ser diferente, invadiu o apartamento, segundo s depois Nayara sai com a boca sangrando e depois Eloá é carregada coberta por um lençol para a maca e levada ao hospital. Em seguida é divulgado o que havia ocorrido, Eloá havia tomado um tiro na cabeça e um na perna, e sua amiga apenas um tiro na boca. Levadas para o hospital, Nayara foi operada e não mais corria risco de morte, já Eloá estava em estado grave e no sábado a noite veio a falecer.
Agora todos os meios de comunicação já estão culpando a polícia por ter entrado na casa, por ter esperado tempo demais para agir, por ter deixado todo mundo falar com ele, por não ter atirado nele quando podia. Enfim mais uma vez a mídia da a sua sentença, um tanto quanto equivocada e fugindo dos princípios básicos do jornalismo que é a informação, a opinião deve ser formada através dela e não se dar uma opinião pré- moldada para a população, isso pode ser perigoso, pois coloca uma entidade respeitada e que em sua grande maioria resolve seus casos com êxito, na próxima vez que tiver um crime semelhante à polícia ficará mais uma vez com “a faca no pescoço”, pois tem de se preocupar com a imprensa, com a população e com os direitos humanos. (para mim os direitos humanos só aparecem em casos no qual o criminoso vai pagar pelos seus atos, e não para a família das vítimas), uma eterna linha tênue.
Basta à perícia concluir se houve ou não disparo antes da invasão, e depois sim agiu errado deve ser penalizada se agiu certo deve ser elogiada, mas tudo em seu devido tempo, pois a imprensa deve informar e não julgar. Ou será que os papeias agora se inverteram, o juiz escreve e o jornalista julga? Vamos refletir sobre casos semelhantes, a escola base, o caso da mãe que foi execrada publicamente por ter matado o bebe com cocaína e depois e provou o contrário. O poder está em nossas mãos, basta querer mudar.
História, o presente é reflexo do passado
Todos os dias as pessoas saem de suas casas para seguir a rotina que de sobrevivência na selva de pedras, alguns vão estudar e depois da aula vão trabalhar, outras fazem o contrário, no entanto uma parcela da população não sabe mais o que é essa rotina, moram nas praças, calçadas, vales, sujeitos a tudo de maléfico que o centro de uma cidade reserva à aqueles que por algum motivo chegaram ao fundo do poço e o que parece e que uma força externa pressiona para que dali não saiam.
Traçando uma linha entre o passado e o presente devemos relembrar como foi a nossa colonização, a “libertação dos escravos” até a nossa Independência em 7 de Setembro 1822 e ao menos tentar colocar alguns pontos no lugar. Os moradores de rua são considerados vagabundos, drogados, bêbados a escória da sociedade e deveriam ser eliminados, temos de pesar os dois lados, os que defendem e os que são contra, irei apresentar aqui características históricas que você caro leitor possa decidir de que lado ficar.
Quando em 1500 os portugueses “acharam essas terras, vieram para cá com uma única intenção explorar e explorar, quando tudo acabasse iriam embora, no entanto que os primeiros portugueses que aqui fixaram residência eram os bandidos rejeitados de seu país, – vejamos como o início já é confuso-. Só melhorou um pouco quando a família real portuguesa decidiu vir ao Brasil, para passar uma temporada de “férias” em sua colônia. Deixe- me abrir um parênteses. (colônia de exploração é diferente de colônia de povoamento, a primeiro não se possui a menor intenção de trazer os moradores do país dono para fixar residência, a segunda já visa isso). As ruas do Rio de Janeiro foram arrumadas, as calçadas melhoradas, as fachadas das casas e acreditem até os moradores de rua (já havia naquela época), foram expulsos pois nada podia atrapalhar a família real. Quando Napoleão foi derrotado a família real que amava essa resolveu retornar a terra natal para colocar ordem na casa, deixaram então seu filho Dom Pedro II uma criança ainda, que em 1822 se rebelou e resolveu declarar a independência, conseguiu isso, e isso não saiu de graça, pagamos a Portugal, que devia a Inglaterra, pois era o auge da revolução industrial, e nó fornecíamos matéria prima.
Após 66 anos a princesa Isabel, como sua alma pura, coragem e amor ao próximo, decidiu assinar a Lei Áurea (http://www.unificado.com.br/calendario/11/lei_aurea.htm), no entanto esqueceu planejar o que seria feito daqueles agora ex- escravos, jogando nas ruas centenas de milhares de pessoas que não teriam direito a nada. Em seguida começou o movimento na Europa de imigração para o Brasil, pois aqui as terras eram férteis e não estava n linha das guerras, e qualquer um que aqui chegasse conseguiria enriquecer e retornar ao seu país e assim se fez, vieram, no entanto uma minoria conseguiu realizar esse sonho.
Somou se os imigrantes por opção, ou fugindo das guerras, os escravos trazidos do continente Africano, vamos deixar bem claro que lá eles já eram prisioneiros de tribos rivais que os vendiam para os europeus. Como nunca tivemos um plano para nada neste país que não fosse apenas para melhorar a imagem para os outros e não melhorar a vida de seus habitantes, se resultou nessa mística ilusão de assistencialismo pregadas por aqueles que querem o voto e se utilizam desse subterfúgio para melhorar.
O resultado dessa história desastrada deixou suas marcas nas ruas, nas crianças, nos aglomerados de casas denominados “favelas”, na falta de moradia, na educação deficitária e no atraso industrial deste imenso país. Ano eleitoral, todos os candidatos tem belas palavras e promessas para todos os problemas, mas ninguém até agora sugeriu um plano de governo para a cidade e não para a campanha.
Basta tentar saber em quem votar. Como? Eu também não sei, pois no momento estou cético quanto aos candidatos e a política nacional.
Olho Eletrônico

Sorria você está sendo filmado.
A globalização, o neoliberalismo transformam o mundo em um gigantesco BIG Brother (programa de TV no qual pessoas ficam confinadas por 90 dias sendo filmadas 24hrs)
Na madrugada com o controle remoto na mão fico a procurar programas que me chamem a atenção, pois não perco o sono com bobagens, e ontem não é que achei um desses canais, no canal 41 Multshow o programa Sexcetera filmado entre 1999 e 2001, mostrou no episódio de ontem uma das coisas que ninguém poderiaimaginar, se imaginava não tinha idéia de como e quem as viam.Eles mostraram um produtor de filmes pornô que havia se cansado das cenas certinhas com atores e atrizes e decidiu mudar de rumo, montou a sua própria produtora para fazer filmes de câmeras de segurança dos circuitos internos, e quando descobriu o que rolava em lugares inusitados e com pessoas inusitadas, resolveu mudar o retornar a industria pornográfica, ao ver que rolava sexo em todos os cantos da cidade e com todas as pessoas, e uma de suas amigas visionárias e realista, atentou se para isso e disse que poderia haver mercado para esses filmes. Ele adorou a idéia e começou a entrar em contato com essas pessoas para obter autorização para vender suas cenas como filme, a grande maioria topou, pois se paga muito bem. Esses personagens chegaram a falar no programa e disseram quem mesmo sabendo que estão sendo filmados não vão parar de fazer peripécias em lugares inusitados.
Toda essa descrição foi para tecer o comentário sobre sermos filmados 24hrs por dia em todos os cantos. Se analisarmos pelo lado da segurança é um fator positivo, no entanto será que vale sermos vigiados e perder a privacidade, os mais céticos irão dizer “Se você não tem nada a esconder não há motivos para se esconder”, os radicais “E a liberdade? Devemos investir mais nos alicerces da sociedade do que fazê-la abdicar de sua liberdade por segurança;
Prefiro ficar num meio termo entre essas duas posições, concordo em sermos filmados no ambiente de trabalho, bancos, escolas, ao redor de presidiárias, metrô, ônibus, mas nas ruas mesmo usando o lado da segurança não vejo com bons olhos a atitude de vigiar, pois antes eram as pessoas da polícia que ficavam nos bares a procura de alguns perturbadores da ordem pública, que faziam reuniões para planejar novas manifestações. Hoje são as lentes eletrônicas que filmam e armazenam esses dados. Um assunto delicado que deve ser avaliado por todos, deixo a intenção de debates aqui, para que você amigo leitor deixe a sua posição.